Sistema de bibliotecas da UFRN
Notícia
Dia do Bibliotecário é lembrado com atividades remotas 17/03/2021
Prédio da BCZM

Laíza Felix - Agecom

 

O Mês do Bibliotecário na UFRN está um pouco diferente este ano, com uma programação on-line realizada em conjunto com outras instituições. Hoje, Dia do Bibliotecário, foi reservado para um papo sobre Bibliotecas e Cultura com o bibliotecário e poeta Lino Sapo, no Instagram do Sistema Integrado de Bibliotecas da UEPB.

 

Na segunda (15), às 16h, a UFRN participa do evento com a bibliotecária Clediane Guedes falando sobre “Repositório institucional e Creative Commons”. Já no dia 18 de março, às 19h, via YouTube, o Departamento de Ciência da Informação (DECIN) vai promover as palestras “O que é biblioteconomia progressista, crítica e social”, com a professora Gabrielle Francine de Souza Carvalho Tanus; e “Decolonialidade e organização de conhecimento”, com a professora Nancy Sánchez Tarragó, ambas do DECIN. Fechando a participação da universidade, no dia 23, às 14h, as bibliotecárias Érica Guerra e Margareth Furtado vão realizar a palestra “Bibliotecas acessíveis”. 

 

A UFRN é a única instituição do estado que oferta o curso de Biblioteconomia, que em 2021 completa 25 anos de criação. A universidade também é o órgão que mais possui bibliotecas e bibliotecários no Rio Grande do Norte: são 24 bibliotecas e 63 bibliotecários de formação e cargo trabalhando no Sistema de Bibliotecas da UFRN (SISBI-UFRN). Mas afinal o que faz um bibliotecário?

 

“O bibliotecário é um profissional da Informação, seja ela física ou digital. É ele que organiza e ajuda a disseminar essa informação para as pessoas, principalmente alunos e pesquisadores. Somos gestores da Informação e não trabalhamos apenas em bibliotecas, mas em todos os locais que necessitam organizar suas informações para facilitar o seu uso: arquivos das mais variadas empresas, gerenciamento de sistemas de informação, inserindo informações em base de dados digitais. Pode ser em um escritório de advocacia até em uma indústria que possui informações a serem organizadas, facilitando assim sua localização, seja em estantes ou em sistemas de informação”, explica Magnólia Andrade, bibliotecária e diretora da Biblioteca Central Zila Mamede, a maior do estado e uma das maiores do nordeste. 

 

Com a pandemia de Covid-19 e o isolamento social, a BCZM – assim como outros espaços da UFRN – fechou suas portas e passou a atuar à distância. “Nas bibliotecas da UFRN, o trabalho remoto impactou muito em nossas atividades, pois tivemos que suspender serviços presenciais muito utilizados, como empréstimos, consulta ao acervo físico, entre outros. Porém – como já tínhamos serviços oferecidos de forma remota e trabalhamos diretamente com o Sigaa – continuamos ofertando muita coisa, a exemplo de catalogação na fonte e disponibilização de materiais nas nossas bases de dados. Tivemos que alterar nossos treinamentos e orientações, que eram presenciais, e passamos a realizar de maneira digital, além de  investir na aquisição de mais livros digitais”, enumera Magnólia.


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