Comissão de Inclusão e Acessibilidade da EAJ avalia 2025 e planeja novas ações

Audiodescrição: Fotografia tirada durante a reunião de encerramento do trabalho da Comissão de Inclusão e Acessibilidade da EAJ no ano de 2025. A imagem destaca 11 pessoas em uma sala de aula da EAJ, entre homens e mulheres, que olham e sorriem para a fotografia. As pessoas estão em formato de fila, lado a lado. No canto direito, vê-se uma mesa com lanches. Em primeiro plano, aparecem duas mesas de sala de aula e, ao fundo, uma parede branca com um quadro branco. À frente do quadro está um painel com projeção de uma tela de computador, onde lê-se uma mensagem de boas festas. Fim da audiodescrição. Foto: Henrique Rocha
A Comissão Permanente de Inclusão e Acessibilidade (CPIA) da Escola Agrícola de Jundiaí (EAJ) realizou, na última quinta-feira, 18, a reunião de encerramento das atividades em 2025. A ocasião contou com a participação de docentes, estudantes e técnicos-administrativos, além de representantes da Secretaria de Inclusão e Acessibilidade (SIA/UFRN) e da gestão da EAJ, em um momento de análise coletiva das ações desenvolvidas neste ano e discussão sobre o planejamento para 2026.
“Ao longo deste ano, foram muitas ações realizadas. Destaco, de forma especial, o encontro com os familiares dos estudantes assistidos pela SIA na EAJ, marcado por sensibilidade, acolhimento, troca de informações e partilha mútua. Ressalto também os diversos momentos de formação, diálogo e discussão sobre o tema, que têm contribuído de forma significativa para o amadurecimento institucional da EAJ nesta pauta”, destaca o vice-diretor da escola, Márcio Dias Pereira, que esteve presente na última reunião.
Entre as iniciativas pensadas para 2026, estão atividades em parceria com a SIA na Semana de Avaliação e Planejamento (SAP) e na Semana de Acolhimento, por meio da formação de docentes e da divulgação sobre o apoio disponível nas áreas de inclusão e acessibilidade. O próximo ano também continuará com a retomada de discussões em grupos focais, com o curso de Zootecnia, inicialmente, a fim de avaliar necessidades educacionais específicas da comunidade universitária.
A CPIA da EAJ é acompanhada desde 2020 pela pedagoga da SIA, Katyuscia da Silva, que destaca os avanços da comissão ao longo dos anos. “Atualmente, temos boa participação e envolvimento de servidores e estudantes. Eles próprios identificam barreiras, propõem ações, divulgam informações e estimulam os colegas a adotarem posturas mais inclusivas”, afirma. A profissional também ressalta a atuação do presidente da CPIA, Marcone Costa, assim como a abertura e disponibilidade da gestão da EAJ para realizar as atividades propostas.
De acordo com o vice-diretor da unidade acadêmica, a criação da CPIA levou os gestores a um novo patamar na forma de lidar com os temas da inclusão e acessibilidade, motivo pelo qual agradece às pessoas que se dedicam a esse trabalho, considerado por ele “especial, necessário e transformador”. Márcio Dias destaca que a EAJ é especializada em Ciências Agrárias, o que já impõe barreiras físicas e operacionais além das que são comuns em outras áreas do conhecimento.
“Desde o início, a CPIA, juntamente com toda a equipe da SIA, tem nos oferecido um suporte fundamental, não apenas no sentido das adequações físicas e administrativas necessárias, mas, sobretudo, nos ajudando a refletir e a promover uma mudança cultural profunda em relação à inclusão e à acessibilidade”, afirma o gestor, ao enfatizar a SIA como parceira fundamental nesse processo. “Sem dúvida, o trabalho desenvolvido pela CPIA tem contribuído de maneira decisiva para tornar a EAJ uma unidade cada vez mais inclusiva, sensível e comprometida com o direito de todos à educação”, finaliza Márcio Dias.
Sobre as CPIAs
As Comissões Permanentes de Inclusão e Acessibilidade (CPIAs) foram criadas em 2019, por meio da política de inclusão e acessibilidade para as pessoas com necessidades específicas na UFRN. As CPIAs são formadas nas unidades acadêmicas e administrativas da instituição, a fim de identificar demandas dos estudantes e servidores, desenvolver, acompanhar e avaliar ações para promoção da inclusão e acessibilidade; estimular a produção e difusão de conhecimentos, entre outros objetivos. Mais informações estão disponíveis na política de inclusão e acessibilidade, que pode ser acessada aqui.
Fonte: SIA/UFRN. Texto: Marina Gadelha; Edição: Juliana Holanda; Revisão: Rebeca Ribeiro.